21 de xaneiro de 2017

A morte dun castro (II): As Croas de Torneiros

(Cartografia cedida por © Instituto de Estudos do Territorio. Xunta de Galicia)

Este, aqui em baixo, era o Castro das Croas, em Torneiros, Pol, na província de Lugo, no 1956.

Aprecia-se bem a coroa do castro, duns cem metros de diámetro, cercada por um complexo sistema de fojos e parapeitos que acrescentavam o tamanho do castro até máis de 250 metros de leste a oeste.


E este é o castro hoje em dia, despois da concentraçom parcelária de décadas passadas. Note-se como a diferente presença de humidade no solo, devida a preservaçom dos alicerces do castro, provoca cámbios na cor da vegetaçom:


20 de xaneiro de 2017

A morte dun castro: Castro das Medorras de Buazo, Boimorto

(Cartografia cedida por © Instituto de Estudos do Territorio. Xunta de Galicia)

Este, aqui em baixo, era o Castro das Medorras, em Buazo, Boimorto, na província da Corunha, no 1956. O código de património é GA15.010.009. Aprecia-se bem a coroa do castro, duns cem metros de diámetro, precedida por um par de ante-castros, todo o conjunto protegido e cercado por fojos e parapeitos, polo que o castro media máis de 200 metros de norte a sul.


E este é o castro hoje em dia, despois da concentraçom parcelária de décadas passadas:


Ligaçom ao catálogo de património arqueológico protegido do concelho de Boimorto:
http://www.concellodeboimorto.es/sites/default/files/docs/catalogo.pdf

19 de xaneiro de 2017

Algo está a passar no mundo (e nom parece bo)

Lamentavelmente, estamos a dar a resposta equivocada à pergunta correta:



"from moby: the racist and antiquated far right are encroaching upon democratic freedoms in almost every country in the western world. we need to respond by protesting, supporting progressives and most important: voting."

Eis um concerto dos Iron Maiden. Hai vinte anos umha declaraçom de amor universal, de reconhecemento da diversidade e da irmandade como a que fai o Bruce Dickinson -umha persoa de ideário conservador, pero nom retrógrado- teria feito vibrar à concorrência... Que caralho nos passa?



Isto cheira a que vamos ter que defender dereitos que assumíamos que eram intocábeis, inquestionáneis (que isso já está a passar, dis?)  De caminho, aqui temos aos nossos Machina, o meu grupo favorito de metal do país... e de boa parte do estrangeiro: